É com satisfação que compartilho com vocês um evento acadêmico de que participei recentemente, o I Parangolé da Cultura, organizado pela galera do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas da UFRJ. Foi uma rica tarde de aprendizado e troca, conversando sobre Carnaval com um timaço de conhecedores do assunto. Segue aqui a descrição do evento e apresentação dos participantes tirada do próprio canal:
Por achar que é preciso insistir na alegria possível, o primeiro Parangolé da Cultura na Universidade de 2021 mantém debate sobre os Cem anos das escolas de samba e a prova dos nove do carnaval no Brasil.
O colóquio intenta debater os cem anos das Escolas de Samba neste momento em que o calendário foi interrompido para manutenção do isolamento social em função da emergência sanitária que dura mais de um ano e arranca muitas vidas.
O fato de o desfile não acontecer, não impede que se pense sobre a importância do carnaval e das Escolas de Samba para pensar o Brasil. Nesse sentido, são convidados a falar sobre esse tema historiadores, pesquisadores sobre o carnaval e mestres batutas que conduzem suas escolas e blocos por entre avenidas e ruas das cidades ou ambientes digitais.
São eles:
• Luiz Antônio Simas, professor e historiador que tem o samba como um dos objetos de suas pesquisas;
• Paulo César Miguez, ex-Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura e Vice-Reitor da UFBA;
• Pedro Ernesto, presidente do Cordão do Bola Preta;
• Mauro Sérgio Farias, Diretor de Cultura da Escola de Samba Portela;
• Felipe Fernandes, vocalista e guitarrista, fundador do Bloco do Sargento Pimenta;
• Mestre Leo da Batucada Assanhada e Júlia Figueredo, também do Bloco Minerva Assanhada;
• Matheus Tuche, diretor do Bloco Ih, é Carnaval; e
• Isabela Dantas, diretora do Bloco Dinossauros Nacionais.
Com mediação de Daniel Conceição, professor do IPPUR e Waldelice Souza, da CAC-CCJE.
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